REGULADOR DE PRESSÃO DE COMBUSTÍVEL
Enviado: 10 Jun 2014, 13:04
Reeditado em virtude das fotos armazenadas no ImageShack não serem mais gratuitas e uma série delas se tornaram indisponíveis para veiculação automática nas matérias que emiti aqui nos Monzeiros como poderão verificar no link que segue, como também os comentários dos associados na ocasião da emissão e que enriqueceram as informações pretendidas.
Vide tópico originário: viewtopic.php?f=15&t=25865
REGULADOR DE PRESSÃO DE COMBUSTÍVEL
O regulador de pressão, como o seu nome já diz, tem por função regular a pressão do combustível na linha, para que as válvulas injetoras possam pulverizar a massa de combustível em quantidade suficiente para o motor.
O regulador de pressão pode estar montado em três posições, dependendo do sistema de injeção eletrônica utilizado:
.No corpo de borboleta (sistema monoponto);
.Na extremidade do tubo distribuidor (sistema multiponto);
.No copo estabilizador, junto à bomba de combustível (sistema multiponto returnless = sem retorno).
A pressão de trabalho também depende diretamente do tipo de sistema empregado, podendo variar entre 0,8 a 3,5 BAR. Esta pressão influencia diretamente no volume de injeção, ou seja, quanto maior for a pressão maior será o volume injetado.
A pressão indicada para o Monza é de 1,8 a 2,2 Bar; sendo o ideal 2,0 Bar

O regulador é constituído de uma membrana e por uma mola calibrada. A membrana (diafragma) controla uma válvula que se abre e fecha de acordo com a pressão do combustível. Quando a válvula estiver fechada, o único ponto de fuga do combustível é o eletro-injetor e, por ter orifícios minúsculos não suporta a vazão produzida pela bomba. Com isso a tendência da pressão é subir.
Ao se atingir uma determinada pressão, a mola é comprimida, fazendo com que a membrana e a válvula se movam, abrindo a passagem do combustível para a linha de pressão. Isso fará com que a pressão caia rapidamente, começando um novo ciclo de trabalho.
No sistema monoponto, normalmente há um canal de desvio chamado by-pass. Esse canal possibilita a queda de pressão na linha assim que a bomba de combustível pára de funcionar. Já no sistema multiponto esse canal não existe, portanto, a pressão de linha se mantém, mesmo depois de desligado a bomba de combustível.

Neste sistema, o regulador de pressão possui uma tomada de vácuo que é ligado ao coletor de admissão, após a
borboleta de aceleração. Isso possibilita o aumento de pressão na linha durante a abertura da borboleta de
aceleração.
Já o regulador tipo returnless não possui linha de retorno e nem tomada de vácuo.
O nome "Returnlees" não se refere apenas ao regulador de pressão e sim no conjunto "bomba de combustível e
regulador de pressão" cujo regulador está incorporado à flange de fixação da bomba de combustível. Com isso, o
regulador não fica montado no tubo distribuidor (sistema multiponto) ou no corpo de borboleta (monoponto) no qual
era feito o retorno de combustível ao tanque.
A função do regulador de pressão para o sistema returnless é a mesma do regulador convencional, montado no tubo
distribuidor ou corpo de borboleta. Deve-se ressaltar somente a inexistência do tubo de ligação da câmara da mola
(vácuo) com o coletor de admissão.
Em função da não referência da tomada de vácuo, o que resulta numa pressão constante na linha de combustível
mesmo na marcha lenta, deve-se compensar o enriquecimento da mistura nas acelerações apenas no tempo de
injeção.

waldir
10.06.14
Vide tópico originário: viewtopic.php?f=15&t=25865
REGULADOR DE PRESSÃO DE COMBUSTÍVEL
O regulador de pressão, como o seu nome já diz, tem por função regular a pressão do combustível na linha, para que as válvulas injetoras possam pulverizar a massa de combustível em quantidade suficiente para o motor.
O regulador de pressão pode estar montado em três posições, dependendo do sistema de injeção eletrônica utilizado:
.No corpo de borboleta (sistema monoponto);
.Na extremidade do tubo distribuidor (sistema multiponto);
.No copo estabilizador, junto à bomba de combustível (sistema multiponto returnless = sem retorno).
A pressão de trabalho também depende diretamente do tipo de sistema empregado, podendo variar entre 0,8 a 3,5 BAR. Esta pressão influencia diretamente no volume de injeção, ou seja, quanto maior for a pressão maior será o volume injetado.
A pressão indicada para o Monza é de 1,8 a 2,2 Bar; sendo o ideal 2,0 Bar

O regulador é constituído de uma membrana e por uma mola calibrada. A membrana (diafragma) controla uma válvula que se abre e fecha de acordo com a pressão do combustível. Quando a válvula estiver fechada, o único ponto de fuga do combustível é o eletro-injetor e, por ter orifícios minúsculos não suporta a vazão produzida pela bomba. Com isso a tendência da pressão é subir.
Ao se atingir uma determinada pressão, a mola é comprimida, fazendo com que a membrana e a válvula se movam, abrindo a passagem do combustível para a linha de pressão. Isso fará com que a pressão caia rapidamente, começando um novo ciclo de trabalho.
No sistema monoponto, normalmente há um canal de desvio chamado by-pass. Esse canal possibilita a queda de pressão na linha assim que a bomba de combustível pára de funcionar. Já no sistema multiponto esse canal não existe, portanto, a pressão de linha se mantém, mesmo depois de desligado a bomba de combustível.

Neste sistema, o regulador de pressão possui uma tomada de vácuo que é ligado ao coletor de admissão, após a
borboleta de aceleração. Isso possibilita o aumento de pressão na linha durante a abertura da borboleta de
aceleração.
Já o regulador tipo returnless não possui linha de retorno e nem tomada de vácuo.
O nome "Returnlees" não se refere apenas ao regulador de pressão e sim no conjunto "bomba de combustível e
regulador de pressão" cujo regulador está incorporado à flange de fixação da bomba de combustível. Com isso, o
regulador não fica montado no tubo distribuidor (sistema multiponto) ou no corpo de borboleta (monoponto) no qual
era feito o retorno de combustível ao tanque.
A função do regulador de pressão para o sistema returnless é a mesma do regulador convencional, montado no tubo
distribuidor ou corpo de borboleta. Deve-se ressaltar somente a inexistência do tubo de ligação da câmara da mola
(vácuo) com o coletor de admissão.
Em função da não referência da tomada de vácuo, o que resulta numa pressão constante na linha de combustível
mesmo na marcha lenta, deve-se compensar o enriquecimento da mistura nas acelerações apenas no tempo de
injeção.

waldir
10.06.14