Monza 500EF - Restauração - Dúvida: tapeçaria.
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Leocastro
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Re: Monza 500EF - Restauração.
Eu o retiro pelo cinzeiro, é mais apertado, mas, sai tranquilamente, e olha que minha mão é gorda! (sem viadagem! kkk).
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- luiz sle
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Re: Monza 500EF - Restauração.
Eu tiro o cinzeiro também... Evita ficar mexendo no painel e criar "grilo".
Monza, a relação do homem e a máquina.
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San-S/R87
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Re: Monza 500EF - Restauração.
Só como curiosidade.....Evandro Monza SR escreveu:kkkkkkk...concordo plenamente Leandro!!!!!Leocastro escreveu: Uma boa oficina que tenha aquele manual que te enviei Evandro, tira de letra qualquer problema na injeção!
Existem mecânicos que chamam essa injeção de "injeção burra", pra mim, Burro são eles que não a estudam!
A injeçãozinha dá pro gasto.
Mas pelo que eu tava lendo, apesar de ela náo ser burra, ela é bastante limitada em recursos, principalmente pelo fato de náo ter outras curvas de avanço/atraso, ou seja, ela não se adapta perfeitamente a diferentes altitudes ou octanagens da gasolina.
Pelos testes da QR da época, o carro faz na estrada 14 km/l, o que me parece um ótimo resultado. Estou muito curioso para tirar isso a prova!
A LE Jetronic foi fabricada na década de 60 e 70 na Europa, e no Brasil no final da década de 80 até o meio da década de 90, pois existia uma lei de reserva de mercado para informática que impedia a importação de computadores. Isso mesmo a LE é analógica, por isso é possível consertar a unidade de comando, até hoje trocando componentes da placa e como o volume de produção era baixo , a Bosch importou inicialmente e depois foi fabricado aqui em Campinas, Atualmente a Bosch fabrica aqui a mesma geração que na Europa (Motronic ME17) e também a ME7.
A principal qualidade da LE era o medidor de massa de ar (tem uma portinhola que aciona um potenciômetro que mede exatamente a quantidade de ar na admissão) e como não tem "mapas" injeta exatamente o "medido". Desta forma pequenos desvios são "compensados". Principal defeito? Verfique os contatos e principalmente os aterramentos. Do resto é torcer pra não quebrar nada, pois as peças não são mais fabricadas a uns 15 anos.(outras sempre foram importadas). Sobre a diagnose, não lembro o Monza, mas o Gol tinha uma lâmpada no painel que indicava o defeito conforme o numero de piscadas.....hj é muito engraçado pois podemos "ler" um código de falha com um celular, mas na década de 70......
E só pra esclarecer não sou tão velho assim.....fui estagiário técnico de eletrônica na época do desenvolvimento do "J91" que viria a ser o Classic MPFI 1991.....kkkkkkkkk, mas ainda trabalho na mesma área.
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Evandro Monza SR
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Re: Monza 500EF - Restauração.
Vamos lá San, abre o jogo porque te conheço pessoalmente...kkkk...foi vc que projetou a LE Jetronic...kkkkkk (brincadeirinha, brincadeirinha).San-S/R87 escreveu:[
Só como curiosidade.....
A LE Jetronic foi fabricada na década de 60 e 70 na Europa, e no Brasil no final da década de 80 até o meio da década de 90, pois existia uma lei de reserva de mercado para informática que impedia a importação de computadores. Isso mesmo a LE é analógica, por isso é possível consertar a unidade de comando, até hoje trocando componentes da placa e como o volume de produção era baixo , a Bosch importou inicialmente e depois foi fabricado aqui em Campinas, Atualmente a Bosch fabrica aqui a mesma geração que na Europa (Motronic ME17) e também a ME7.
A principal qualidade da LE era o medidor de massa de ar (tem uma portinhola que aciona um potenciômetro que mede exatamente a quantidade de ar na admissão) e como não tem "mapas" injeta exatamente o "medido". Desta forma pequenos desvios são "compensados". Principal defeito? Verfique os contatos e principalmente os aterramentos. Do resto é torcer pra não quebrar nada, pois as peças não são mais fabricadas a uns 15 anos.(outras sempre foram importadas). Sobre a diagnose, não lembro o Monza, mas o Gol tinha uma lâmpada no painel que indicava o defeito conforme o numero de piscadas.....hj é muito engraçado pois podemos "ler" um código de falha com um celular, mas na década de 70......
E só pra esclarecer não sou tão velho assim.....fui estagiário técnico de eletrônica na época do desenvolvimento do "J91" que viria a ser o Classic MPFI 1991.....kkkkkkkkk, mas ainda trabalho na mesma área.
Falando em injeção: milagrosa é a injeção direta, que faz o carro fazer mais de 20 km/l !!!!!!
Visite meus tópicos de restauração:
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http://forum.monzeiros.com/viewtopic.php?f=43&t=20319
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http://forum.monzeiros.com/viewtopic.php?f=43&t=16309
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Sheldonn
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Re: Monza 500EF - Restauração.
Putz San babei na sua informação e nas suas credenciais. Nçao conhecia você aqui no forum e se for novato seja muito bem vindo. Fale um pouco mais do desenvolvimento da injeção do Monza, você trabalhava na Bosch?
Monza Classic Se - Chevrolet andando na frente.
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San-S/R87
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Re: Monza 500EF - Restauração.
Vamos lá San, abre o jogo porque te conheço pessoalmente...kkkk...foi vc que projetou a LE Jetronic...kkkkkk (brincadeirinha, brincadeirinha).
Falando em injeção: milagrosa é a injeção direta, que faz o carro fazer mais de 20 km/l !!!!!![/quote]
Não fui eu, mas conheço todos que trabalharam para lançar aqui no BR, inclusive um dos caras mais importantes aposenta no próximo mês......depois de quase 41 anos na Bosch.
Realmente a Injeção direta é sensacional, mas tem que funcionar com a gasolina+alcool......
Abraços
Falando em injeção: milagrosa é a injeção direta, que faz o carro fazer mais de 20 km/l !!!!!![/quote]
Não fui eu, mas conheço todos que trabalharam para lançar aqui no BR, inclusive um dos caras mais importantes aposenta no próximo mês......depois de quase 41 anos na Bosch.
Realmente a Injeção direta é sensacional, mas tem que funcionar com a gasolina+alcool......
Abraços
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vrsilva
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Re: Monza 500EF - Restauração.
Será que o álcool iria agredir os bicos de injeção direta, por não ter lubrificação, sendo um combustível seco? Por isso a necessidade de ter gasolina? Como será que os engenheiros do brasil irá contornar esse obstáculo... Se você está interessado não perca o próximo episódio em, "Como funcionar o álcool nos bicos de injeção direta". Não percam....
Desculpem-me empolguei... kkkk!!!
Realmente informações como essa são interessantes... Eu também admiro o que eles conseguiram com uma injeção analógica e uma digital de um bico só, possuem rendimentos muito próximos das atuais ECU's, que possuem tudo que é tipo de monitoramento e controle... Era pra ser bem ruim, mas vemos que, com mais de 30 anos depois dessas tecnologias, elas ainda estão com valores um tanto atuais...
Claro que as injeções novas são muito mais avançadas em recursos que usuários comuns nem sabem o que é...
Desculpem-me empolguei... kkkk!!!
Realmente informações como essa são interessantes... Eu também admiro o que eles conseguiram com uma injeção analógica e uma digital de um bico só, possuem rendimentos muito próximos das atuais ECU's, que possuem tudo que é tipo de monitoramento e controle... Era pra ser bem ruim, mas vemos que, com mais de 30 anos depois dessas tecnologias, elas ainda estão com valores um tanto atuais...
Claro que as injeções novas são muito mais avançadas em recursos que usuários comuns nem sabem o que é...
Vinícius Ribeiro - Mecatronico.
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