Monza Classic SE MPFI 1993

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LEEOBMX
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Re: Monza Classic SE MPFI 1993

Mensagem não lida por LEEOBMX »

Cara muito top ! parabens..
Quando eu peguei o meu tive esse animo kkk limpei bastante coisa tambem.. mas falta muito ainda !
Classic SE + painel digital 91/92..
cristianopw2
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Re: Monza Classic SE MPFI 1993

Mensagem não lida por cristianopw2 »

Cara, que limpeza "bagual" no interior :smt023

Eu também quero limpar as molduras das minhas colunas, e até então não tive coragem de desmontar para lavar. Mas vendo teu relato, vou fazer isso!
Sobre o tampão traseiro, eu desmontei totalmente o meu e lavei com lava jato, desmontei inclusive as grades dos falantes e a espuma de proteção deles. A água saiu cor de coca cola :mrgreen:.

As molduras do tabelier eu tentei desmontar mas parei na moldura central onde fixa o som, como não tenho as chavinhas não consegui sacar o aparelho de som fora. Ah, tu deve saber disso, mas no acrílico do painel de instrumentos umas 2 camadas de cera automotiva faz uma BAITA mágica pra eliminar os riscos. :smt023

Sobre o tampão traseiro não sei se tu tem esse inconveniente, mas o meu que bate andando no calçamento, parece solto, apesar de eu tê-lo fixado bem (inclusive prendendo as bordas em baixo da borracha do vidro traseiro e usando os grampos de fixação originais).

Ah, na lateral do teu console central notei que é acarpetado, é original?

Abraço!
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Re: Monza Classic SE MPFI 1993

Mensagem não lida por S h E e Q u O »

Lott, procedimento meticuloso, limpeza de um restaurador detalhista e resultados excelentes.
Ainda que os procedimentos mais complexos de limpeza foram realizados em áreas internas do painel, o resultado externo aparece, até porque, os cantinhos podem ser alcançados e o reencaixe das peças com um novo e completo reaperto nos parafusos renovam o aspecto do conjunto, que voltam à aparência de novos.
A limpeza das forrações das colunas A, B e C, assim do tampão traseiro, também renovam a aparência do conjunto, pois as cores voltam a ficar mais vivas.
Além de proporcionar renovação no habitáculo, este tipo de limpeza torna a cabine mais aconchegante, com o ar mais puro.
Uma sugestão (sem querer dar mau pitaco): Por falar em ar mais puro, diante de uma limpeza maravilhosa como esta, que tal antecipar a substituição do filtro de pólen?
Interessante que nessa manutenção toda a gente descobre os pequenos detalhes do carro. Felizmente, neste seu Classic SE tão especial, tudo muito novo e jamais mexido antes! Estas etiquetinhas dos fornecedores oficiais da época são prova disso! E como o carro está íntegro, hein!
Cumprimento você, mais uma vez, pelo capricho e pela premiação dos resultados obtidos!
Abração!!
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500EF
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Re: Monza Classic SE MPFI 1993

Mensagem não lida por 500EF »

O cara limpou o carro todo. Agora so faltou mesmo limpar os bicos, ne? Lkkkkk
Eduardo Rettore
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Robson Lott
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Re: Monza Classic SE MPFI 1993

Mensagem não lida por Robson Lott »

Queria compartilhar mais experiências e fotos, mas meu celular foi perdido/roubado nos ultimos dias, então perdi parte do que registrei ao usar o Monzão! :(

Infelizmente vi que muitas fotos ja postadas perderam a hospedagem, provavelmente por algum problema no Google Fotos. Vou passar a usar mais o flickr assim que eu pegar um celular razoável!

Então... Viajei pra Uberaba-MG após a anterior postagem, onde até troquei o óleo por prevenção LIMPEI OS BICOS (!!!!!!!), já que ia ser uma viagem de quase 1000kms e o óleo tava pra vencer a KM quase essa kilometragem. Espero em breve poder esgotar tudo novamente, abrir o cárter pra ver se tá tudo dentro dos conformes desde Julho, quando fiz o flush Koube.

Com a limpeza dos bicos, notei uma melhora na performance do motor, tá mais agressivo, e notei também uma redução de uns 90% dos tranquinhos esquisitos que dava em desaceleração!!!!! Yeeeeeeaaaaaahhhhhh!!!!

Infelizmente o Monzão vem apresentando problemas pelo uso severo. Aqui em Curitiba, tá sendo carroça de mudança, trajetos curtos, frio e calor doidos paranaenses e repentinamente: estrada! hehehe!!! Receita ótima pro mal cuidado do sistema de arrefecimento abrir o bico, dentre outros.

Sai no sábado 26 de setembro às 8:00 com destino à Campinas / VCP pra buscar minha esposa que ia chegar em Curitiba (estava à trabalho) mas no Rio de Janeiro o voo dela foi cancelado devido à um outro avião na frente dela ter derrapado no SDU. E na sexta da foto q tirei trocando o óleo, a avó dela havia falecido.

Voltando à viagem necessária, pela primeira vez fiz uma viagem razoável no Monza sozinho e uma mochila! Tirando o motivo ruim da viagem, foi um "breve" momento de eu, o carro, músicas e Deus. Muito tempo que não pego essa experiência, que a meu ver, é uma das melhores coisas que gosto de fazer na vida!

Percorri a Régis Bittencourt (BR-116) durante a manhão do dia 26/09 e cheguei em Viracopos com 4:40h de viagem. Parei algumas vezes pois o duto de ar que sai do VAF e vai à TBI me cansava de querer soltar provocando falhas. E isso fez com que o consumo fosse ruim, como sempre: 11,3km/L.

Mas foi bom pegar neblina, umas garoas, sol, aquecedor ligado, ar condicionado em seguida, retas, curvas e a expriência de estar alí: vc, a máquina e o asfalto! Como nos velhos tempos, abusei de uma direção rápida, porém calculada, com o risco na mente, mas consciente de atingir os limites com precisão e concentração. Em um carro confiável, sabendo o asfalto e a ausência de outros ao seu redor, o coração dispara numa sensação imensa de prazer em otimizar curvas, torque e potência sempre ariscos, saídas de curva respeitando a carroceria de um projeto antigo, porém eficiente no seu contexto de mais conforto do que esportividade. Uma delícia! Sensação como essa, só mesmo subindo os Andes peruanos no ex-Vectra 96 q tive...

A Serra do Cafezal, faltando pouco mais de 1 centena de kilômetros pra chegar à capital paulista e ao Rodoanel, atrasou um pouco, pois no momento de sua subida, senti falhas na aceleração devido ao cálculo errado que o VAF mandava pra LE-Jetronic devido às entradas de ar falsas. Mas assim levei subindo o Rodoanel e pegando a Bandeirantes.

Ao chegar em VCP (Aeroporto de Viracopos/Campinas), peguei minha esposa que tava a mais de 24 horas acordada, e seguimos na Bandeirantes rumo à Uberaba no Monzão. Ajeitei o duto com umas presilhas plásticas (enforca gato), que segurou uma aceleração vigorosa por mais algumas horas de estrada.

Porém, logo 4kms antes de chegar em Limeira-SP, o painel digital escureceu, bati os olhos no voltímetro e vi poucas barrinhas, seguido da borda da bateria acesa em vermelho. Tirei os oculos, desliguei o ar condicionado sob mais de 30 graus, acordei minha esposa e lhe disse: "amor, temos um problema com o alternador. Não tá carregando a bateria".

No final das contas, aquilo que tava cansativo pra minha esposa, se tornou um martírio. Metros depois do painel se apagar completamente, consegui levar o carro levemente até um telefone da concessionária da rodovia, chamei o serviço de guincho, que fez jus aos pedágios daquela estrada, e nos levou à Limeira, onde paramos em frente à uma Auto Elétrica FECHADA por ser tarde do sábado.

Ligamos para o eletricista que detectou regulador de voltagem e rotor estragados. Só que mesmo depois de muita insistência, o camarada só podia desmontar o alternador com a ajuda de um colega no domingo 27/09 pela manhã.

Pelo menos deu pra minha esposa descansar (um pouco). Brigamos, chegamos a conclusão de vender o Monza por uns instantes, afinal vários problemas (normais de um carro antigo) apresentaram durante todo esse tempo, mas como a nossa necessidade é de algo de uso severo, o senhor Monza já não podia mais nos passar essa agonia outras vezes.

Domingo 27/09 chegou, o alternador foi trocado o regulador de voltagem e rotor. De "quebra" (literalmente!) quebraram o tubo distribuidor de água atrás do cabeçote. Só que como temos a vantagem de uma cidade pequena com conhecidos, e o coletor de admissão curvo do MPFI, conseguimos esse tubo em um pleno domingo, e em 1h de mão de obra, eu e o eletricista conseguimos botar o carro pra funcionar. Seguimos pra Uberaba, com tudo normal, só que ao passar por Ribeirão Preto, onde a temperatura ambiente no computador de bordo beirava os 35 a 36 graus, com A/C ligado e em subidas onde se abusava mais do motor, a terceira barrinha do painel digital (entre 1/2 e 3/4) passava a acender, o que me deixou encacucado, pois não era de costume ocorrer isso. Mas em retas e descidas voltava para somente 2 barrinhas (equivalente a 1/2 da escala).


Chegando em Uberaba os problemas persistiram.

O alternador, por algum motivo, em determinados momentos não varridos pelo voltímetro, passou a não carregar a bateria, nos deixando na mão em situações embaraçosas. Desconfiei do comentário inoportuno do eletricista de Limeira, que "achava" q esse alternador Bosch era o de 50 ou 55A e que não tava dando conta de alimentar o Classic, que originalmente deveria ser de 65A.

Em Uberaba, um outro eletricista fez testes, constatou que o aterramento estava "OK" (boto aspas, pois nem deve ter tirado, limpado os contatos) e que havia um conector interno à ele que estava quebrado! Ou seja, por que motivo o de Limeira não viu isso? Coincidiu??? Ele também trocou o cebolão Iguaçu 82-72 graus do radiador, que passou a não desarmar a ventoinha em segundo estágio, mesmo com a temperatura abaixando de 72 graus. Pos um MTE novo de 82-92 graus e espero que pelo menos dure uns meses até eu trocar por um Wahler, ou VDO, juntamente com a válvula termostática de temperatura compatível.

O carro ficou ótimo, sob 30 graus de temperatura externa em galpão fechado a ventoinha "passou" a desarmar com os 82 graus em 3 minutos. Mas 2 minutos depois ela armava novamente, provavelmente pela minha suposição de mistura fraca + ponto do distribuidor não tão acertado + temperatura ambiente alta + aterramento ineficiente + baixa eficiência da ventoinha devido à desgaste.

Porque das minhas suposições "ruins"? Eu tive Monza EFI (um Class 1993 com ar condicionado) e outros GMs (Vectra-A e Corsa, ambos com ar condicionado) e notava um real FURACÃO quando se ativava a 2a. velocidade da ventoinha, algo que NÃO acontece nesse Classic. No extinto Vectra Clube havia um tutorial com especificações dos cabos e conectores pra refazer o aterramento, e vou procurar fazer isso nesse Classic.

Enfim... O carro ficou (mais uma vez!) uma belezinha, inclusive passei a notar que, em rotações acima de 2k RPM e A/C desligado, o voltímetro ameaçava aparecer a barrinha amarela grande entre o 12 e o 15, coisa que tinha bastante tempo que eu não notava aparecendo! :)

Só que em 11 de outubro, na viagem de retorno, trazendo mais uma parte de nossa mudança que tinha ficado em Uberaba, pra levar pra Curtiba + minha sogra no banco traseiro (hihihihih!!!), o Monzão ficava naquele comportamento de onde a temperatura ambiente no computador de bordo beirava os 35 a 36 graus, com A/C ligado e em subidas onde se abusava mais do motor, a terceira barrinha do painel digital passava novamente a acender. Em retas e descidas voltava para somente 2 barrinhas. Algo preocupante, pois em outras (várias) viagens feitas sob mesma temperatura externa e abuso do motor, isso não acontecia.

Mas seguimos viagem até parar pouco depoois de Ribeirão Preto pra abastecer e comer algo. No computador de bordo mostrando temperatura externa de 38 graus, tentei bater o arranque, e neca. Só um estalinho, como se fosse de um relê armando. A intenção era parar em Campinas, dormir na casa do meu cunhado e continuar até Curitiba na segunda-feira, 12/10 (feriado - tudo fechado!!!!!!). A sensação de que íamos "ficar na mão" perdurou todos 240km de onde estávamos até Campinas no domingo, mais os 470km de lá até Curitiba. Mas "conseguimos" chegar até Campinas, onde nas paradas (com esposa e sogra, sempre bom parar nos Graal pra descansar, né...) o famoso tranco pra fazer o motor pegar perdurou.

Em Campinas, após esfriar o ambiente e o motor do Monzão, horas depois de ter chegado, me arrisquei a tentar bater o arranque dele, com quem não quer nada. E pegou! Lindamente! A suspeita, depois de confirmada com um contato com o Leocastro, foi de que o automático do arranque, por baixa qualidade (novo, trocado nem tem 3 meses!), sob o calor acabou "grudando", sem acionar o arranque e o bendix. Enfim, mais uma vez esse arranque vai passar na faca (mais uma vez!!!! Ô Deus!!!)

De Campinas, na segunda-feira de feriado (12/10) até Curitiba, o arranque pegou bem, mas ao se aproximar de Curitiba (uns 120km antes de chegar), em uma serra, notei novamente o famoso acender da 3a. barrinha de calor do motor! :) Mas de forma tranquila levei todos e tudo até a capital paranaense, onde, sob um friozinho de 12 graus, o arranque sempre esteve presente normal, como se deve ser.

Só que em um dia em que São Pedro resolveu arredar pro canto o frio sulista pra botar um solzinho de quase 30 graus, em um congestionamento com o A/C ligado, eu a esposa e a sobrinha dentro do carro nos deparamos com o som desligando sozinho. Olho pro painel, e novamente vejo o voltímetro abaixo dos 12V e a luz de carga da bateria acender...

Acelerei um pouco, e a luz se apagou. Desliguei o A/C e abri as janelas. Mas ao dar o arranque minutos depois de ter parado o carro, noto que a bateria tava quase toda consumida. Fiquei uns 3 dias sem bateria suficiente pro arranque dar 2 voltas... :(

Os dias foram se passando, o andar do carro no frio sem A/C e algumas andadas de mais de 10Kms fizeram a bateria se recuperar um pouco a carga. Pelo menos tenho um pouco de carga até o final de outubro, que a meu ver, tá sendo um "mêzinho" bem azarado, juntamente com o final de setembro.


Ou seja, vejo que tenho problemas com o automático do arranque (novo!), com o alternador, com aterramento, com ventoinha, com ponto do motor (distribuidor), mistura fraca por entradas de ar falsas no motor, e "de brinde", o coxim do amortecedor dianteiro esquerdo resolveu abrir o bico também. Ah, o ar condicionado em marcha lenta ta começando a dar ares de menor eficiência... E um vermelhidão no meu olho direito começou a me incomodar desses dias pra cá!

Cheguei a comprar uns colírios, olhando um celular velho pra comprar e cheguei tb a comprar algumas mangueiras de vácuo pra tentar resolver, mas tô desanimado e incomodado.

Preciso realmente analisar minha situação de resignar do meu sonho de ter um Monza Classic Azul por conta de não dar conta de cuidar/usar severamente ele... :(

Chateado com isso...

Robson Lott
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Re: Monza Classic SE MPFI 1993

Mensagem não lida por 500EF »

O problema é que você está rodando mais do que taxista, conterrâneo...rsrsrs

As manutenções vão ser mais próximas mesmo...
Eduardo Rettore
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Robson Lott
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Re: Monza Classic SE MPFI 1993

Mensagem não lida por Robson Lott »

:smt102 Mas de peças JÁ PREVIAMENTE manutenidas, conterrâneo?

Se fosse um pneu furado, vidro elétrico parando de funcionar, mais um arranhãozim na pintura...
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Re: Monza Classic SE MPFI 1993

Mensagem não lida por 500EF »

Acho que o maior problema é que como as coisas vão acontecendo no caminho, na emergência você acaba sendo obrigado a usar o selvisso da alficina que tiver disponível ali na hora...

Por exemplo, se o alternador tivesse sido revisado corretamente pelo cabrunco, não voltaria a dar problema.

Infelizmente, a realidade é esta. Mão-de-obra qualificada é coisa do passado.

Mas não desanima... carro novo também pode te deixar na mão facim, facim...
Eduardo Rettore
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